21
Fevereiro

Alimentação é tudo! Vocês que são veteranas aqui do blog sabem o quanto eu busco cuidar da minha alimentação. Claro que de vez em quando me permito sair da dieta, pois isso também é importante para mim – o equilíbrio.

Outra coisa que é importante também é o nosso bem-estar e, acima de tudo, preservar a nossa individualidade. Por isso, mulher, eu não estou aqui para ditar regras, mas para compartilhar conteúdos interessantes, que possam te ajudar também! E, claro, se você tiver qualquer dúvida ou estiver buscando uma alimentação específica para você, não tem jeito, a dica é procurar um nutricionista, nutrólogo ou outro especialista, combinado?

Mas, que uma alimentação equilibrada e variada faz bem para o corpo, a mente e o espírito, ah, isso faz! E mais, adotar uma alimentação com uma variedade de alimentos mais nutritivos, ricos em antioxidantes, gorduras boas (aquelas presentes nas carnes vermelhas, peixes, frutas), vitaminas e minerais, pode além de combater o envelhecimento precoce, fornecer mais energia e disposição, melhorar a pele e atuar na proteção contra doenças como degenerativas, como diabetes, alzheimer, câncer, reumatismo, entre outros.

 

E é tudo o que a gente precisa, não é mesmo? Combustível para garantir energia e disposição para cumprir toda a agenda corrida do dia a dia e ainda nutrientes que ajudem nossa pele a ficar ainda mais bonita e com aquele “viço”! Então, anota aí:

1. ESPINAFRE  
Vegetais folhosos verdes em geral fazem muito bem para o organismo. O espinafre, em especial, traz uma série de benefícios em virtude de seus altos níveis de vitamina K e nutrientes como luteína, ácido fólico e betacaroteno. Além de conter todas estas vitaminas, é comprovado que o consumo de espinafre reduz os danos do estresse no cérebro. Você pode consumi-lo em saladas, sucos, omeletes e até mesmo refogado.

2. CÚRCUMA
Popularmente ele é chamado de açafrão da terra, raiz de sol e até mesmo de gengibre amarelo. Trata-se de uma raiz que pertence à família do gengibre e é um poderoso alimento funcional, capaz de prover uma série de benefícios ao organismo. O cúrcuma auxilia na oxigenação do cérebro e na produção de serotonina, um neurotransmissor que promove a sensação de bem-estar e tranquilidade. O cúrcuma pode ser incluído no preparo de molhos, carnes e sucos.

3. BRÓCOLIS 
O brócolis é uma ótima fonte de vitamina K, que é conhecida por melhorar a função cognitiva, melhorar o poder intelectual e promover um maior desenvolvimento da memória. Além disso, o brócolis é rico em antioxidantes, fibras e minerais. E outra notícia muito boa: é hipocalórico, portanto, pode comer a vontade.

4. OVO 
O ovo é sem dúvidas um dos alimentos mais completos que existe na natureza. Ele é rico em vitamina K, E, D, A e B12, dentre muitos outros nutrientes. E todos esses nutrientes contribuem para a melhora e boa manutenção do nosso órgão rei, o cérebro. Pode usar a criatividade no preparo, variando de acordo com o seu paladar. Mexido, cozido, frito (no óleo de coco), na omelete ou até mesmo no mingau. AH! VEJA AQUI A MINHA RECEITA ESPECIAL DE OMELETE!!

5. TOMATE 
O tomate é rico em antioxidantes que auxiliam a retardar o envelhecimento cerebral e prevenir diversas doenças neurológicas. Isso porque o licopeno, responsável pela cor avermelhada dos tomates, é um carotenóide que ajuda a combater os radicais livres no corpo. Pesquisas sugerem que essas mesmas propriedades possam tornar o licopeno um aliado na prevenção de doenças como o Alzheimer.

6. PEIXES 
Se você gosta de frutos do mar, uma boa notícia: incluir mais peixes gordos na dieta pode ser positivo para quem pretende melhorar a saúde em geral. Peixes são considerados alimentos super nutritivos e favoráveis ??ao cérebro. O atum, anchova, carpa, arenque, salmão e sardinha, por exemplo, por conter ácidos graxos ômega-3 ajudam a manter o bom funcionamento do cérebro e também a melhorar a memória. Mesmo que você já inclua peixes na sua rotina, o ideal é consumir diariamente suplementação de ômega 3. Fique atento: os benefícios geralmente listados sobre o salmão se referem àqueles que vivem em áreas livres, em águas geladas, e não os de cativeiro.

FONTE: Dr. Patrick Rocha, médico e pesquisador na área de nutrição, Presidente do Instituto Nacional de Estudos da Obesidade e Doenças Crônicas (INEODOC). 


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